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terça-feira, 8 de agosto de 2023

A Pirelli te conta a verdade sobre o prazo de validade dos pneus


Uma das grandes dúvidas que aflige o consumidor é sobre a durabilidade dos pneus. Com grande propagação de informações falsas na internet, é muito comum que “verdades absolutas” se disseminem pelas redes sociais. Por isso, a Pirelli, enquanto uma das principais fabricantes de pneus no mundo, resolveu esclarecer os principais questionamentos que recebemos de nossos consumidores. Então, é hora de aprender!

 

O segredo por traz da durabilidade do pneu é um só: cuidado. Calibre os seus pneus semanalmente, a frio e de acordo com as especificações do fabricante. Dessa forma, além de fazer com que eles durem mais, você também trará segurança para si próprio e a todos ao seu redor no trânsito. O tempo que o pneu irá durar também está plenamente relacionado a maneira com que o condutor dirige. Freadas bruscas, passagem constante por buracos e falta de calibragem são alguns dos aspectos que prejudicam o produto.

 

Você, certamente, já ouviu falar que o pneu tem X, Y ou Z anos de validade. A verdade, porém, é que qualquer informação que delimite a validade de um pneu está errada. Uma confusão cometida por muitas pessoas que misturam o significado de validade do pneu com o de garantia. Roberto Falkenstein, consultor da área de tecnologias inovativas da Pirelli, nos conta como funciona a garantia de um produto Pirelli, e o porquê de ela não interferir na validade.

 

“A validade do pneu é indeterminada, motivo pelo qual não consta uma data de validade no produto. No caso da Pirelli, damos cinco anos, ou 60 meses, de garantia a partir da data da compra dos pneus, porém é plenamente possível que o produto ainda esteja em boas condições mesmo após o término da garantia. Caso o cliente não possua a nota fiscal, essa garantia vai de acordo com o número DOT marcado no pneu, onde está grafada a semana e o ano de fabricação dele”, afirma Roberto.

 

Já a validade do pneu está diretamente ligada a uma série de outros fatores, como, por exemplo, a maneira com que os pneus foram armazenados. Em caso de armazenagem incorreta, o pneu pode sofrer com deformações, além de a borracha perder algumas de suas propriedades. Não pode haver contato do pneu com derivados de petróleo e outros produtos químicos que possam agredir e deteriorar as composições químicas presentes no produto. Portanto, a indicação da Pirelli é que o consumidor faça a compra sempre em uma revendedora autorizada.

 

“É bom se atentar a possíveis danos aos pneus pelo uso, tais como protuberância, deformação, além de cortes, abrasões e abaulamento do pneu, ou sinais de envelhecimento dele, que depende muito de como ele foi cuidado, tais como rachaduras e ressecamento. Por esse motivo, recomendamos inspeções regulares por especialistas”, conclui Falkenstein.

https://linktr.ee/tmoto_by_marcel_mano

quinta-feira, 5 de maio de 2016

FORD moderniza processo de pintura sustentável em Camaçari - chassisblog

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Conflito de preços por Fernando Calmon - chassisblog

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Detroit sem grande impacto por Fernando Calmon

Foi uma das recuperações mais rápidas de que se tem notícia. O mercado interno americano estava tão prostrado em 2009 com “apenas” 10 milhões de veículos vendidos, que nem dava para substituir a frota sucateada a cada ano. Pois, em 2015, venderam-se 17,5 milhões de unidades, recorde que perdurava desde 2000.
Além da crise financeira e imobiliária, o preço de petróleo estava quatro vezes mais alto do que hoje. Essa virada se explica por várias boas razões de fundo econômico, em especial pela exploração do xisto ter diminuído a dependência do país de petróleo importado. O Salão de Detroit, que vai até o próximo dia 24, tinha, assim, muito o que comemorar, mas nem por isso apresentou tantos lançamentos de grande impacto. Na realidade, apenas uma anomalia de cronograma, como comentou Bill Ford, dono da fabricante homônima.
Gasolina barata impulsionou a venda de SUVs, diminuiu a de modelos puramente elétricos (apenas 0,7% do mercado total) e até de híbridos. Em dezembro último, por exemplo, os SUVs praticamente empataram com os automóveis (hatches e sedãs) na preferência do consumidor, pela primeira vez. Cada segmento ficou com quase 40% do total, sendo o restante de picapes e monovolumes.
Entretanto, há uma severa meta de redução de consumo de combustível fóssil imposta pelo governo americano para diminuir emissões de CO2. A média de todos os modelos produzidos por cada marca deverá ser de 23,2 km/l, em 2025. Dessa forma, elétricos puros (a exemplo da versão final do Chevrolet Bolt lançado em Detroit) e híbridos plugáveis em tomadas (caso do VW Tiguan GTE 4×4 Active Concept com bom desempenho 100% elétrico fora de estrada) ajudarão a compensar picapes e SUVs pesados e sedentos por combustível, mas o problema será convencer o cliente a substituí-los. Quanto mais com a gasolina na faixa de R$ 2,40 o litro e tendência de baixa…
De interesse imediato para o Brasil, o Cruze hatch (ver abaixo em Roda Viva) com seu estilo mais próximo ao europeu e que agrada ao comprador aqui. Ford Fusion, produzido no México, recebeu leve atualização estilística e já é praticamente igual ao Mondeo alemão.
Embora os monovolumes representem uma parcela de apenas 7% do mercado americano, a FCA investiu bastante no Chrysler Pacifica, em tudo superior ao Town & Country. É todo novo e inclui recursos como portas corrediças e tampa traseira acionadas sem as mãos, teto solar triplo e até aspirador de pó integrado. No campo dos ainda puramente conceituais, está o SUV grande Kia Telluride, desenhado na Califórnia.
O Salão de Detroit deste ano destaca-se justamente por alguns sedãs e cupês. A Mercedes-Benz lançou a nona geração do Classe E, o mais tecnológico dos seus modelos: permite fazer ultrapassagens a até130 km/h em modo autônomo (basta ligar a seta) e estacionar por meio de controle remoto via aplicativo para telefone inteligente. Chegará ao Brasil no segundo semestre. O cupê Lexus LC 500, além de linhas ousadas, é o primeiro automóvel de tração traseira com caixa de câmbio automática de 10 marchas. Pretende desafiar modelos das três marcas premium alemãs. O novo sedã Hyundai Genesis G90, com grade inspirada na dos Audi, vai pelo mesmo caminho.
RODA VIVA
CRUZE já tem data de início de produção, em Rosario, Argentina, projeto chamado lá de Fênix. Conforme fonte da Coluna, o sedã começa em maio e o hatch, em novembro deste ano. Em geral o lançamento se dá entre dois e três meses depois. Confirmado motor turbo (flex para o Brasil), de 1,4 litro e 150 cv cuja montagem também será feita no país vizinho.
QUANDO a Fiat Toro chegar ao mercado em março próximo (ainda em dezembro de 2015 o Registro Nacional de Veículos Automotores – Renavam já registrava 65 unidades emplacadas pela fábrica) surpreenderá também pelo preço. Apesar de maior e mais cara de produzir do que o Renegade, tem IPI menor por ser picape e não SUV. Pelo menos duas versões já têm nome: Freedom (entrada) e Volcano (topo).
ESTADO geral ao longo do tempo era o temor dos compradores de modelos chineses. Um JAC J3 com 106.000 km rodados, cedido pelo importador, estava em condições dentro da média, segundo o experiente engenheiro e dono de oficina Vinicius Losacco. Resumo da avaliação: desempenho compatível, nível de ruído mais acentuado e embreagem sem suavidade.
REFLEXO da saída de mercado de compradores de menor poder aquisitivo, os automóveis com motores de 1 litro de cilindrada, de três e quatro cilindros, diminuíram a participação nas vendas totais de 36,1% em 2014 para 33,8% em 2015. Em parte devido ao avanço dos SUVs compactos. EcoSport renovado previsto para novembro terá motor de três cilindros, mas de 1,5 litro.
TENTATIVAS de golpe de estelionatários com a remessa de boletos falsos de cobrança do IPVA, principalmente no Estado de São Paulo, demonstram a fragilidade do banco de dados do Renavam. Acesso a endereços de proprietários não é permitido nem em caso de recall, quando vidas estão em risco. Brasil ainda tem jeito?
Detroit sem grande impacto por Fernando Calmon

sábado, 24 de maio de 2014

Pote de Ouro por Fernando Calmon - Alta Roda

Pote de Ouro por Fernando Calmon - Alta Roda

quarta-feira, 21 de maio de 2014

FORD MUSTANG 2015 JÁ TEM PREÇO | chassisblog

FORD MUSTANG 2015 JÁ TEM PREÇO | chassisblog
Mustang 2015 tem preço mais baixo do que seus rivais o Chevrolet Camaro e o Dodge Challenger, modelos 2014.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

NOVO HONDA FIT 2015 À NOVA GERAÇÃO | chassisblog

NOVO HONDA FIT 2015 À NOVA GERAÇÃO | chassisblog
O valor do novo Fit DX 2015 é igual ao da segunda geração CX, atualmente comercializado. 

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Depois da Toyota a Ford deixa de produzir na Venezuela.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

BEST CARS 2014 MOTORPRESS BRAZIL UNOFFICIAL VIDEO – LUXURY CATEGORIE


Best Cars 2014, categoria luxo. Audi A5 Coupé, BMW 320i, Ford Fusion.


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Yamaha MOTIV é um carro conceito pronto para às ruas

http://youtu.be/OK-4LVqpueo
 Click aqui para assistir ao video!
A parceria e troca de tecnologias entre as fabricantes de carros e motocicletas é uma realidade Mundial. Vide os projetos desenvolvidos entre Audi e Ducati, BMW e BMW Motorrad, Yamaha e Toyota, enfim, de marcas de automóveis que vem adquirindo fabricantes de motocicletas para avançar nessa direção. Também não é nova a tendência em se utilizar motores de motocicletas em carros, a Yamaha tem presença em categorias de competição, desde o lançamento da FZR 1000 e FJR 1300 – notadamente com a adoção do câmbio semiautomático, há alguns anos.
 
Nesse sentido a Yamaha Motor apresentou esta semana no Tókio Motor Show 2013, Japão, seu protótipo de um carro com base em seu conceito global: a integração homem máquina.
A ideia do veículo foi fruto das pesquisas e desenvolvimento para um veículo de uso pessoal para áreas urbanas, quando se buscava por um “hibrido” multirodas fiel ao apelo original de uma motocicleta.
O Yamaha MOTIV traz um chassi de alta resistência, suspensão independente nas quatro rodas, motor traseiro três cilindros, DOHC, quatro tempos a gasolina de 1000 cm3, câmbio automático e uma carroceria aerodinâmica. O protótipo, de acordo com a montadora, oferece uma nova experiência em condução semelhante a das motocicletas.
O quadro emprega a combinação de secções em aço e materiais compostos, e demonstra as possibilidades em se atingir elevados níveis de maneabilidade, estabilidade e segurança.
O quadro emprega a combinação de secções em aço e materiais compostos, e demonstra as possibilidades em se atingir elevados níveis de maneabilidade, estabilidade e segurança.


O quadro foi projetado de acordo com o conceito iStream – projeto de autoria da Gordon Murray Limited que leva em consideração as últimas tecnologias e segurança, o mesmo principio utilizado no desenvolvimento dos carros de Fórmula 1, além de apresentar adaptabilidade de ser modificado para acomodar vários tipos de “carroceria” e motores elétricos (EV), a combustão ou híbridos.



Dimensões: 2,690 mm × 1,470 mm × 1,480 mm
Propulsor: EV system, 3 cilindros de 1000 cm3
Peso: 730 kg
Capacidade: 2 passageiros

 Não é de hoje que a Yamaha Motor ensaia um modelo de carro, em 1967 criou o modelo 2000 GT em parceria com a Toyota,
protótipo que conquistou vários recordes em sua época. Desde então em paralelo ao negócio de motocicletas, a Yamaha vem desenvolvendo componentes e motores há décadas com várias montadoras, em especial com a Toyota – montadora com a qual realizou uma troca de ações das companhias, cabendo 1% de participação da marca dos três diapasões da Toyota, e 10% da Yamaha à Toyota.
Em 2005, por exemplo, desenvolveu um propulsor diesel V8 de última tecnologia
para a época – o de maior desempenho, compacto, leve e econômico, para o SUV XC90 da Volvo, com quem mantém longa parceria com a Yamaha Náutica.
Com o know how da Yamaha no desenvolvimento das bicicletas PAS – desde a década de 70, e o crescente investimento em propulsores híbridos, elétricos e “recuperação de energia” da Marca, não deve estar longe a apresentação de um veículo Yamaha que reúna todas essas tecnologias. Mesmo que fabricado por uma marca de carros.