sábado, 16 de dezembro de 2017

Jogo de Cena por Fernando Calmon

Duas boas notícias brindam esse fim de ano e resolvem – ou pelo menos indicam caminhos – algumas pendências legislativas sobre assuntos de alto interesse para os consumidores de veículos, os fabricantes, os três níveis de governo e os cidadãos comuns, incluídos os não motorizados. Os temas são sensíveis: emissões e segurança passiva/ativa.
Esta Coluna sempre defendeu a Inspeção Técnica Veicular (ITV) de forma integrada, ou seja, um único centro de controle capaz de verificar simultaneamente itens ligados à poluição atmosférica e aqueles vitais para circulação segura. Inspiração é o modelo europeu bastante testado, a custos suportáveis e vigente por mais de meio século. Parece surreal que o Código de Trânsito Brasileiro, desde 1997, tenha previsto um programa nacional de inspeções e “apenas” 20 anos depois tenha sido regulamentado.
O Estado do Rio de Janeiro criou um arremedo de ITV, a partir de 1998, mas sempre foi algo polêmico e sem grande rigor técnico. Agora, a Resolução 716 do Contran estabelece a data de 31 de dezembro de 2019 para todos os governos estaduais iniciarem as inspeções. O prazo parece bem apertado e é improvável que os 26 Estados e o Distrito Federal cumpram integralmente o cronograma.
Persistem algumas dúvidas. As inspeções serão bienais e a partir do quarto licenciamento (veículos com mais de três anos de uso). No Rio de Janeiro é anual e teria, em teoria, de se ajustar. Também faltam esclarecimentos sobre periodicidade menor para motocicletas (por seu uso intensivo) e veículos leves a diesel (limites frouxos de emissões). Precisaria ainda uma campanha de esclarecimento para convencer muitos motoristas de que o valor da tarifa compensaria os gastos com a falta de manutenção preventiva. Por fim, possibilitaria algum grau de renovação da frota em médio prazo.
Ainda mais importante é a Resolução 717. Trata de uma previsão sobre itens de segurança que passarão a ser exigidos de todos os veículos novos importados ou produzidos no Brasil. Finalmente há uma iniciativa de racionalidade e, acima de tudo, de previsibilidade em um campo onde o País precisa avançar. No total são 38 regulamentações, de diferentes níveis de complexidade, porém respeitarão prazos rígidos de estudos e posterior implantação.
Estaria aberta, assim, a possibilidade em médio termo de um racional e efetivo Brasil NCAP (sigla, em inglês, para Programa de Avaliação de Veículos Novos), outra bandeira desta Coluna. Com uma frota de mais de 42 milhões de veículos leves e pesados, que continuará a se expandir ainda por muito tempo, é perfeitamente factível criar um roteiro de médio e longo prazos. O objetivo está claro: adequar nível maior de segurança aos volumes de produção que promoveriam uma relação harmoniosa entre custos, escala econômica e, principalmente, dentro do poder aquisitivo de quem compra os veículos.
Não basta oferecer modelos mais seguros. Precisam estar dentro da realidade do mercado nacional (ou regional, no caso Mercosul). Exigências em países desenvolvidos servem de parâmetro, mas tentar replicá-las aqui por mero voluntarismo, trata-se apenas de jogo de cena.

RODA VIVA

OTIMISTAS dessa vez acertaram. Anfavea admite que as vendas ao mercado interno, a partir dos números consolidados até novembro, deverão crescer 10%, acima de sua previsão de 7,3% para 2017. No mês passado, a média subiu para mais de 10.000 emplacamentos/dia e estoques se mantiveram dentro da normalidade: 34 dias. Só nível de financiamentos ainda preocupa.
EXPORTAÇÕES, por sua vez, continuam batendo recordes históricos seguidos. Este ano devem crescer cerca de 50% sobre 2016, o que impulsionou a produção e a recuperação de empregos. Até meados de 2018 todos os funcionários em layoff (suspensão temporária de trabalho) voltarão aos seus postos. Para o próximo ano já se fala em crescimento de até 15% do mercado.
KWID pode demorar ainda alguns meses para se consolidar no mercado de subcompactos, porém continua com ótima relação preço-benefício. Internamente, um pouco estreito e rústico no acabamento. Porta-malas muito bom, mas tanque de combustível é pequeno. Faltam apoio para pé esquerdo e pouco mais de “peso” no volante. Desempenho coerente com a proposta.
POLO foi eleito Carro do Ano 2018 pela revista Autoesporte. Outros vencedores: Audi A5 (Carro Premium); BMW Série 5 (Carro Superpremium); Nissan Frontier (Picape); Ford 1,5 3-cilindros, do EcoSport (Motor abaixo de 2 litros) e Chevrolet Ecotec, do Equinox (Motor igual ou acima de 2 litros). No total, 29 jornalistas e engenheiros votaram nessa 51ª edição do prêmio.
SSANGYONG ainda não fixou preços para os quatro produtos que chegam a partir de março próximo. Três SUVs e uma picape, no entanto, têm faixas de preços estimados bem competitivas. Importadora Venko espera comercializar até 10.000 veículos/ano (incluído novo Rexton), sem fixar datas. Com 30.000 veículos/ano seria possível pensar em operação CKD.


fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2



segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Hoje a Honda celebra produção de 1 milhão de motores 160 cc no Brasil

Motores de 160 cc trouxeram evolução de potência e torque, expansão da tecnologia FlexOne, além da redução de emissões e consumo de combustível .

 A fábrica de motocicletas da Honda, localizada em Manaus-AM, acaba de conquistar mais um marco em sua trajetória: a produção de motores 160 centímetros cúbicos de número 1 milhão. O marco aconteceu na manhã de hoje, dia 11 de dezembro.


Há 41 anos presente na cidade manauara, a Moto Honda da Amazônia deu início à produção de seus motores 160 cc em novembro de 2014, com o lançamento da NXR 160 Bros, nas versões ESD e ESDD. No ano seguinte, a linha CG também passou a contar com a motorização nos modelos CG160 Fan e CG160 Titan. Já a partir de 2016, a CG 160 Cargo e a CG 160 Start passaram a integrar o grupo de motocicletas 160 cilindradas da marca.
Potencia, economia e redução de emissões
A capacidade de 160 cc proporcionou maior potência e torque ao desempenho geral dos modelos Honda, voltados para os motociclistas que buscam um veículo confiável, moderno, prático e econômico.
A implementação seguiu novos conceitos baseados na melhoria da eficiência de combustão e economia, além da baixa emissão de poluentes na atmosfera, atendendo às exigências da segunda fase do PROMOT4 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), que intensifica as regras para a diminuição dos gases tóxicos emitidos por veículos automotores.
Além disso, a tecnologia FlexOne foi expandida com a chegada dos motores 160cm³, possibilitando mais flexibilidade aos clientes, com o abastecimento de etanol (álcool), gasolina ou com a mistura de ambos.


sábado, 9 de dezembro de 2017

Consórcio motos é o dobro das usadas financiadas

Dobra o percentual de participação do consórcio motos nas vendas financiadas de motos usadas.

No mercado de motos financiadas, o cenário dos mesmos sete anos é semelhante, porém em menor escala. O crescimento da participação média mensal do consórcio motos na aquisição de motocicletas usadas era de 5,1%, em outubro de 2011, enquanto no mesmo mês de 2017 chegou a 10,4%, duplicando a participação. Simultaneamente, nas novas registrou-se pequena retração, ficando o percentual de 94,9% (out/2011) para 89,6% (out/2017).
PARTICIPAÇÃO DOS CONSÓRCIOS NOS FINANCIAMENTOS
Enquanto em 2011 a presença era 3,68%, em 2017 triplicou e anotou 10,6%. O mesmo crescimento foi registrado no mercado das duas rodas: em outubro de 2011 atingiu 12,45% e no mesmo mês de 2017 cravou 21,4%, um aumento de 8,95 pontos percentuais.
MOTOCICLETAS E MOTONETAS
Vendas de novas cotas atingiu segundo maior volume de vendas do ano em outubro com com 75 mill novas cotas, em alta em relação 2016.
A soma acumulada de créditos apresentou aumento de 4,7% com o tíquete médio ficando estável. Enquanto no acumulado de contemplações, créditos concedidos e consorciados ativos, mostram retração em relação ao ano passado.
De janeiro a outubro, o potencial participação das contemplações nas vendas foi de 68%. Este percentual corresponde a quase sete motos a cada comercializadas no País por meio dos consórcios.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 2,22 MILHÕES (OUTUBRO/2017)
  - 2,54 MILHÕES (OUTUBRO/2016)
  RETRAÇÃO: 12,6%

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 715,1 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - 739,3 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
   RETRAÇÃO: 3,4%

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 6,01 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - R$ 5,74 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
 CRESCIMENTO: 4,7%

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 7,8 MIL (OUTUBRO/2017)
  - R$ 7,8 MIL (OUTUBRO/2016)
 ESTÁVEL

- CONTEMPLAÇÕES*
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 457,5 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - 542,9 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
   RETRAÇÃO: 15,7%

* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO.

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - 4,89 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - 5,78 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
    RETRAÇÃO: 15,4%

CONHEÇA A NOVA CAMPANHA: CONSÓRCIO, COMPRA COLABORATIVA.
ACESSE: http://blog.abac.org.br/consorcie.

 Acompanhe!!
http://rotadaconquista.viagemnafoto.com.br/

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Indian customizada, maneirosíssima!!! #indian #tmoto

Bosch e Ducati em pró da segurança ativa e passiva

Bosch e Ducati em pró da segurança ativa e passiva. Ducati​ Bosch Global​ #Ducati #Bosch #segurança #tmoto #dumano

sábado, 15 de abril de 2017

Honda X-ADV, a prueba en Motorpasión Moto

Conheça o chamado SUV dos motociclos a versátil Honda X-ADV. #Honda #XADV #HondaXADV #TMoto #dumano

Backflips and Pond Skimming for Pastrana's Return to Motocross

Travis Pastrana retorna ao motocross! #pastrana #trevis #trevispastrana #offroad #motorcross #competicao #tmoto #dumano @TMotoMagazine @mmano2009